Aplicação
Revolucionário sistema para aquecimento
de águas, especialmente de piscinas.
Antecedentes
Até o revolucionário surgimento
das Bombas de Calor, as piscinas eram aquecidas
por um destes sistemas:
Caldeira elétrica
Caldeira a lenha
Aquecedor a gás GLP
Aquecimento Solar
Vantagem adicionais
Funcionamento automático
Não exige a presença de operador
do equipamento, como ocorre nas caldeiras, por
exemplo.
Instalação de custo reduzido
Dispensa o uso de tubulação de
cobre.
Ausência de perigo para o usuário
Isento de qualquer risco, o que não
ocorre com as caldeiras, que podem deteriorar
e explodir quando não há manutenção
preventiva.
Pronto atendimento para manutenção
Utilização de componentes nacionais,
facilmente disponíveis a custo muito
meno
Trocador de Calor isolado por pintura especial
para que a água da piscina não
tenha contato direto com o tubo de cobre, protegendo-o
de eventual corrosão química ou
mesmo da eletrólise, muito freqüentes
nas instalações em que não
haja um bom aterramento
FUNCIONAMENTO DA BOMBA DE CALOR
O funcionamento de uma bomba de calor é
simples: ela retira o calor do ar e o transfere
à água da piscina, através
de um trocador de calor.
1. O gás refrigerante,
após passar pelo filtro secador, em estado
líquido e alta pressão, passa
também pela válvula de expansão.
Nesse momento, o gás refrigerante é
expandido e, perdendo pressão, passa
a operar em baixa pressão e muda para
o estado gasoso, absorvendo o calor que foi
retirado do ar através da tubulação
aletada do evaporador. Para aumentar a retirada
de calor do ar, utiliza-se um exaustor, aumentando
assim a vazão de ar pelo aletado.
2. A seguir, o gás refrigerante,
em estado gasoso e baixa pressão, é
aspirado pelo compressor, no interior do qual
ele absorve o calor do bobinado elétrico
e é comprimido, elevando a sua pressão
e consequentemente a temperatura do gás.
Assim aquecido e sob alta pressão, o
gás refrigerante passa pelo condensador,
transferindo esse calor para a água da
piscina
3. A dissipação do calor do gás
refrigerante para a água da piscina faz
com que ele passe do estado gasoso para o estado
líquido, e ainda sob alta pressão
volte a passar pelo filtro secador. A partir
daí, tem início um novo ciclo.
4. EVAPORADOR, através
do qual o calor retirado do ar ambiente é
transferido ao gás refrigerante.
5. COMPRESSOR HERMÉTICO,
cuja finalidade é a de elevar a pressão
e temperatura do gás refrigerante.
6. TROCADOR DE CALOR, no interior
do qual o calor do gás refrigerante é
transferido ao fluxo d’água que
é bombeado da piscina, cuja temperatura
é inferior ao do gás.
7.FILTRO SECADOR,
destinado a reter sólidos em suspensão
e a retirar umidade do gás, evitando
dessa forma que haja dano ao compressor.
8. VÁLVULA DE
EXPANSÃO OU TUBO CAPILAR, através
do qual o gás refrigerante perde pressão,
mudando de estado líquido para o estado
gasoso.
9. TERMOSTATO DE ALTA,
destinado a impedir que o compressor funcione
caso a pressão do gás refrigerante
se eleve acima da regulagem (por exemplo, em
conseqüência de baixo fluxo d’água
no trocador de calor).
10. PRESSOSTATO DE
BAIXA, destinado a impedir que o compressor
funcione caso a pressão do gás
refrigerante esteja abaixo da regulagem (por
exemplo, em decorrência de congelamento
do evaporador ou mesmo de vazamento no sistema).
Normalmente uma piscina tem um
elevado índice de perda térmica
(mais de 90%) pelo contato da água com
o ar, através de sua superfície
, seja pela ação dos ventos (convecção)
por troca de calor com a atmosfera (irradiação
ou ainda por evaporação. Ela também
perde calor através das paredes (condução),
percentual esse bem menor (cerca de 5%), mas que
também não deve ser desprezado.
Tendo em conta os diversos tipos
de perdas térmicas a que está sujeita
uma piscina aquecida, fica fácil entendermos
a importância de se Ter uma CAPA TERMICA.
Outro ponto a se considerar é
que, objetivando oferecer equipamentos com preços
reduzidos, alguns revendedores têm adotado
como parâmetros uma jornada de 72 horas
para o aquecimento inicial. Isso num primeiro
momento, possibilita a utilização
de máquinas de menor capacidade. E consequentemente
de menor preço.
A atitude desses revendedores
implica em que a máquina funcione mais
horas/dia para a reposição das perdas
térmicas ocorridas.
A Nautilus recomenda aos seus
revendedores para que na escolha do equipamento,
o tempo para aquecimento inicial não ultrapasse
48 horas, o que vale dizer que o equipamento funcionará
menos horas/dia para tal reposição.
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