Aquecedores
 
No nosso clima, a utilização da piscina se restringe a três meses ao ano. Com a instalação de um sistema de aquecimento, esta utilização pode se prolongar pelo ano inteiro.
Simples e eficiente, as bombas de Calor Nautilus retiram o calor do ar ambiente e o transferem para o gás R-22, cuja temperatura é elevada por  um  compressor  e  passada   para   a  água através de um trocador de calor.
Dessa forma os custos de aquecimento da água através das Bombas de Calor Nautilus são  reduzidos, normalmente, a até um quarto do valor dos sistemas tradicionais.
Essa linha de produto foi desenvolvida pela nautilus tomando por base  as  características   climáticas e das redes de energia elétrica do território brasileiro, o que  não  ocorre   com  os  equipamentos importados à venda no país.
MODELO
M 20 - BIF M 40 - BIF M 60 - BIF M 80 - BIF M 80 - TRI M 115 - TRI M 160 - TRI
POTÊNCIA

BTU/H

26.700 45.200 59.964 78.600 80.290 118.500 160.500

KCAL/H

7.761 13.139 17.431 22.848 23.340 34.447 46.680
CONSUMO (Watts)
1.870 2.640 3.350 4.440 4.380 6.510 8.460
CORRENTE ELÉTRICA
220/60 220/60 220/60 220/60 220/60 220/60 220/60
COP
4,15 4,97 5,1 5,15 5,32 5,29 5,51
AMPERAGEM
8,5 12 15,5 19,9 12,2 19,7 24,9
DIMENSÕES (mm)

LARGURA

900 900 650 650 650 780 780

PROFUNDIDADE

530 530 740 740 740 1080 1080

ALTURA

550 550 810 810 810 920 920
Aplicação

Revolucionário sistema para aquecimento de águas, especialmente de piscinas.

Antecedentes

Até o revolucionário surgimento das Bombas de Calor, as piscinas eram aquecidas por um destes sistemas:

Caldeira elétrica
Caldeira a lenha
Aquecedor a gás GLP
Aquecimento Solar

Vantagem adicionais

Funcionamento automático
Não exige a presença de operador do equipamento, como ocorre nas caldeiras, por exemplo.

Instalação de custo reduzido

Dispensa o uso de tubulação de cobre.

Ausência de perigo para o usuário

Isento de qualquer risco, o que não ocorre com as caldeiras, que podem deteriorar e explodir quando não há manutenção preventiva.

Pronto atendimento para manutenção
Utilização de componentes nacionais, facilmente disponíveis a custo muito meno
Trocador de Calor isolado por pintura especial para que a água da piscina não tenha contato direto com o tubo de cobre, protegendo-o de eventual corrosão química ou mesmo da eletrólise, muito freqüentes nas instalações em que não haja um bom aterramento

FUNCIONAMENTO DA BOMBA DE CALOR

O funcionamento de uma bomba de calor é simples: ela retira o calor do ar e o transfere à água da piscina, através de um trocador de calor.

1. O gás refrigerante, após passar pelo filtro secador, em estado líquido e alta pressão, passa também pela válvula de expansão. Nesse momento, o gás refrigerante é expandido e, perdendo pressão, passa a operar em baixa pressão e muda para o estado gasoso, absorvendo o calor que foi retirado do ar através da tubulação aletada do evaporador. Para aumentar a retirada de calor do ar, utiliza-se um exaustor, aumentando assim a vazão de ar pelo aletado.

2. A seguir, o gás refrigerante, em estado gasoso e baixa pressão, é aspirado pelo compressor, no interior do qual ele absorve o calor do bobinado elétrico e é comprimido, elevando a sua pressão e consequentemente a temperatura do gás. Assim aquecido e sob alta pressão, o gás refrigerante passa pelo condensador, transferindo esse calor para a água da piscina

3. A dissipação do calor do gás refrigerante para a água da piscina faz com que ele passe do estado gasoso para o estado líquido, e ainda sob alta pressão volte a passar pelo filtro secador. A partir daí, tem início um novo ciclo.

4. EVAPORADOR, através do qual o calor retirado do ar ambiente é transferido ao gás refrigerante.

5. COMPRESSOR HERMÉTICO, cuja finalidade é a de elevar a pressão e temperatura do gás refrigerante.

6. TROCADOR DE CALOR, no interior do qual o calor do gás refrigerante é transferido ao fluxo d’água que é bombeado da piscina, cuja temperatura é inferior ao do gás.

7.FILTRO SECADOR, destinado a reter sólidos em suspensão e a retirar umidade do gás, evitando dessa forma que haja dano ao compressor.

8. VÁLVULA DE EXPANSÃO OU TUBO CAPILAR, através do qual o gás refrigerante perde pressão, mudando de estado líquido para o estado gasoso.

9. TERMOSTATO DE ALTA, destinado a impedir que o compressor funcione caso a pressão do gás refrigerante se eleve acima da regulagem (por exemplo, em conseqüência de baixo fluxo d’água no trocador de calor).

10. PRESSOSTATO DE BAIXA, destinado a impedir que o compressor funcione caso a pressão do gás refrigerante esteja abaixo da regulagem (por exemplo, em decorrência de congelamento do evaporador ou mesmo de vazamento no sistema).

Normalmente uma piscina tem um elevado índice de perda térmica (mais de 90%) pelo contato da água com o ar, através de sua superfície , seja pela ação dos ventos (convecção) por troca de calor com a atmosfera (irradiação ou ainda por evaporação. Ela também perde calor através das paredes (condução), percentual esse bem menor (cerca de 5%), mas que também não deve ser desprezado.

Tendo em conta os diversos tipos de perdas térmicas a que está sujeita uma piscina aquecida, fica fácil entendermos a importância de se Ter uma CAPA TERMICA.

Outro ponto a se considerar é que, objetivando oferecer equipamentos com preços reduzidos, alguns revendedores têm adotado como parâmetros uma jornada de 72 horas para o aquecimento inicial. Isso num primeiro momento, possibilita a utilização de máquinas de menor capacidade. E consequentemente de menor preço.

A atitude desses revendedores implica em que a máquina funcione mais horas/dia para a reposição das perdas térmicas ocorridas.

A Nautilus recomenda aos seus revendedores para que na escolha do equipamento, o tempo para aquecimento inicial não ultrapasse 48 horas, o que vale dizer que o equipamento funcionará menos horas/dia para tal reposição.

 
 

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